A DP&A foi criada em 1.990, fruto da integração de sua equipe reunida inicialmente desde 1.984 para o trabalho pioneiro de planejamento ambiental em empreendimentos hidrelétricos da CEMIG no Rio Araguari— UHE Nova Ponte (Projeto Básico e Executivo), Miranda e Capim Branco.
A equipe de trabalho se desenvolveu, ainda como técnicos empregados no setor de engenharia de projetos. Sua primeira missão, no setor hidrelétrico foi a de elaborar o primeiro projeto (projeto básico e executivo) de grande porte adequado às novas exigências ambientais recém editadas.
Ao longo de seis anos de trabalhos em conjunto criou-se uma integração técnica efetiva com grande sinergia.
A UHE Nova Ponte foi empreendimento feito sob o palio de novas — e então recentes— normas ambientais e como tal, uma série de metodologias, rotinas, mecanismos de gestão, matrizes de avaliação tiveram de ser criadas pela equipe pois eram inexistentes à época ou só se dispunha de modelos estrangeiros nem sempre bem ajustados ao ambiente brasileiro.
Após a conclusão, aprovação dos estudos ambientais e início da implantação dos programas previstos, a equipe não desejava dispersar-se com o fim dos contratos para aquele empreendimento.
Desse desejo de continuidade nasceu a DP&A- Consultores Associados.
Nasceu, portanto com equipe principal já formada, e com técnicos de diferentes origens e formações, mas cuja integração sinérgica não apenas multidisciplinar mas transdisciplinar já havia sido “testada em combate”.
O cenário na década de 90 consolidou o setor ambiental e sistema de planejamento sob a égide do desenvolvimento sustentável. Isto é, o crescimento com qualidade.
No decorrer dos anos, a equipe originária do setor de geração de energia foi estendendo seus horizontes, sempre no âmbito da consultoria ambiental. Outros setores da economia passaram a ser atendidos pela DP&A. O planejamento e a gestão ambiental passam a ser trabalhados de forma independente ao licenciamento, ou às exigências legais, numa demonstração clara de que o setor produtivo ao longo dessas quase duas décadas toma consciência da importância estratégica da questão| ambiental. Assim, são paulatinamente incorporadas novos serviços oferecidos pela empresa.
Hoje, a DP&A oferece consultoria ambiental sob a forma de diferentes prestações de serviços, e mesmo produtos, criados para atendimento de demandas específicas. A consultoria interna, para levantamentos, prognósticos e planejamentos, voltados para as empresas, que desejam redução de custos, ou que pretendem se antecipar às exigências legais, com conseqüente agilização de processos e eliminação de riscos de passivos. E empresas que adotaram o planejamento como processo permanente de melhoria qualitativa
O planejamento é instrumento básico para a certificação em etapa subseqüente, de modo a tornar esse processo mais ágil e menos dispendioso para a empresa.
Atua ainda em processo de licenciamento, com elaboração de estudos ambientais visando o licenciamento corretivo ou preventivo de empreendimentos, quer no âmbito do licenciamento estadual , quer no âmbito do licenciamento junto aos órgãos federais. A gestão ambiental, prevê ainda o acompanhamento desses processos administrativos durante todo o tempo de sua tramitação, com ações diversas visando sua agilização.
No item Produtos e Serviços, as facilidades oferecidas são descritas de forma mais detalhada, procurando-se enfocar os setores econômicos atendidos e as diversas formas contratuais da consultoria ambiental.
Possui sede própria, com estrutura adequada, quanto a instalações, equipamentos (infra-estrutura de escritório bem como para trabalhos de campo), biblioteca especializada e banco de dados disponível aos seus consultores.
PIONEIRISMO DE INOVAÇÃO—
AS LICENÇAS “ZERO-UM”
Embora possam parecer distantes entre si, as duas expressões se aplicam: pioneirismo e inovação. Em sua trajetória, a DP&A se orgulha de ter realizado projetos pioneiros, ajudando na qualificação e conformidade ambiental de uma série de empreendimentos que coincidentemente foram empreendimentos-marco no licenciamento ambiental, além da já citada UHE Nova Ponte-CEMIG (Leme Engenharia (atual Grupo Tractebel Engineering-Suez) cuja LP foi obtida em 1.986 (LP nº 01 para empreendimentos do setor hidrelétrico em Minas Gerais ) .
Assim, possui uma série de licenças de número de série “01” ou em alguns casos um dos primeiros.
Dentre estes:
- Obra de Engenharia Rodoviária:
BR-040 – Duplicação- Sete Lagoas/ Belo Horizonte- para CAB/ DNER- 1.993 LP e LI- (1ª Rodovia Federal licenciada em Minas Gerais ).
- Obra Viária Urbana:
Trincheira Av. Contorno/ Raja Gabaglia- Belo Horizonte- Lic. no Município 1.992 –Lic. COMAM no. 01; para Engesolo/ Sudecap.
- Obra Industrial- Siderurgia:
Pátio de Resíduos Sólidos- Belgo Mineira (hoje Arcellor Mittal) em João Monlevade- 1.991
- Projeto de Educação Ambiental:
Projeto OIKÓS de Educação Ambiental – 1993 para a ACESITA
- Obra de Engenharia Rodoviária:
BR-262- Duplicação- Betim/ Nova serrana para Ecoplan/DNIT- LP 009- COPAM de 25/02/2.005; primeira licença desse tipo de empreendimento feita após a nova sistemática estadual de licenciamento – o chamado Licenciamento Integrado ( de 2.004) , após a DN COPAM 74/04.
- Distrito Industrial:
Distrito Industrial de Itabira- Licenc. Do Distrito Industrial I e II (expansão- 860 ha ).- para Prefeitura Municipal de Itabira e Companhia Vale do rio Doce- 1.994. Foi o 1º distrito industrial licenciado ambientalmente em Minas Gerais.
- Levantamentos e Planejamento em Bacias Hidrográficas :
Projeto SIPAM –Sistema Integrado de Proteção de Mananciais.- COPASA-MG
Levantamentos, Mapeamentos com Cadastramento de Uso e Ocupação das bacias dos Mananciais, de Abastecimento em Arcos (Cor. das Almas), Nova Serrana (Cor. Barreto e Pachola) e Pará de Minas (Rio Paciência). Início do Projeto SIPAM (com 100 municípios-alvo), para a Concremat/ COPASA- 1.994.
O trabalho pioneiro do Projeto SIPAM gerou uma base de dados cadastrais e metodologias para a COPASA e o desenvolvimento do projeto (100 municípios). Com dados primários e grau máximo de detalhamento, na escala de cada propriedade, terrenos, efluentes, fertilizantes, lançamentos, grau de poluição, dados sócio-ambientais dos produtores rurais, gado, uso de fertilizantes, industrias). Organização dos Comitês de Bacias (futura gestão).
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